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Motivação para Professores
Moral e ética do Professor num tempo de violência e drogas
Dr. Deroní Sabbi* - 10/06/2011

Motivação Para Professores - Moral e ética do Professor num tempo de violência e drogas

Vivemos num tempo em que a ocorrência de tráfico de drogas no seio da escola está cada vez mais presente. Quando traficantes muitas vezes se infiltram entre os próprios alunos num grande número de escolas, se percebe claramente, que drogas e violência estão muito associadas. Isto fica claro quando se verifica que há cada vez mais escolas onde a droga está claramente presente e em algumas, mais da metade dos professores e funcionários já sofreram agressões, na maior parte das vezes pelos próprios alunos. Então me pergunto: “Como trabalhar com a motivação para professores, com tantas dificuldades com estas?” Cada vez tenho ficado mais impressionado com a intensificação do problema das drogas, corrupção e violência. Vemos que até a mais alta tecnologia está sendo aplicada com fins criminosos. Preocupação justificada, pois estes problemas parecem cada vez mais fora de controle e estão se tornando verdadeiras epidemias no mundo inteiro, especialmente nas escolas ou ao redor delas, uma vez que os alunos, especialmente crianças e adolescentes são visados como consumidores em potencial.

Numa situação complexa como esta é preciso inserir nas palestras que visam à motivação para professores, questões como a nossa responsabilidade e também dos mestres, na minimização dos fatores que possam abrir espaço para estas ameaças. Estou me referindo à hipocrisia de nossa sociedade, da qual também fazem parte os pais e mestres, como também as autoridades políticas e de liderança, em que muitos querem combater as drogas com o cigarro numa mão e um copo de bebida alcoólica no outro, que são drogas também, e das mais destrutivas, como indicam um número cada vez maior de estudos, e fatos lamentáveis, nos quais estas abrem as portas a problemas de saúde, crimes, corrupção e violência, embora sejam socialmente aceitas e circulem livremente nas festas entre os alunos e professores. É preciso ter em mente que o cigarro e o álcool, quando utilizados pelos professores mostram um padrão de dependência que é o mesmo que o apresentado pelas drogas, e que há estudos que mostram nitidamente a correlação destas drogas permitidas com o consumo de drogas ilícitas. Lembro de uma situação que chegou recentemente ao meu conhecimento, em que os professores de uma escola estavam no aniversário de uma aluna, onde a mãe-professora, disse, na frente de todos: - Minha filha, por favor, traz o cigarro prá mãe. Acende prá mãe, tá? E a filha, de 8 anos colocou o cigarro na boca e trouxe prá mãe. Não é preciso comentários a respeito, não é? No dia seguinte o diretor da escola chamou a professora-mãe para conversar a respeito da importância do exemplo.

Gandhi foi muito respeitado como conselheiro, e muito procurado por pessoas com problemas de todas as espécies. Conta-se, que uma vez recebeu uma mulher que veio lhe pedir ajuda porque seu filho, obeso, consumia muito açúcar, o que lhe estava fazendo muito mal. Então, Gandhi lhe pediu que voltasse 3 semanas depois. A mulher, acompanhada por seu filho retornou à sua cidade de origem, centenas de quilômetros dali, e três semanas depois retornou novamente com seu filho. Gandhi então se abaixou, acocorou-se e olhou nos olhos do filho daquela mulher e disse:
- Meu filho, não coma açúcar, pois lhe faz muito mal.

A mulher então se enraiveceu e perguntou a Mahatma Gandhi:
- Mas porque o Senhor não disse isto há três semanas, pois vim de tão longe e enfrentei tanta dificuldade para estar aqui.

E Gandhi lhe respondeu:
- Minha senhora, há três semanas eu ainda consumia açúcar.

Não estamos aqui atacando o açúcar, que também está sendo visto por estudiosos e médicos como uma droga viciante, em grande parte responsável pelo aumento alarmante da obesidade não só nos EUA, onde beira aos 70% da população, como também no Brasil, onde a população caminha para a mesma situação, o que ocorre também com uma quantidade cada vez maior de aditivos químicos comprovadamente cancerígenos. Estamos sim, enfatizando o que Gandhi quis mostrar, com sua coerência, de que não adianta pregar “falsa moral”, ou seja, falar uma coisa e fazer outra, pois isto dá um efeito contrário ao que se diz, reforçando a ação mostrada como exemplo.

Isto se aplica também à questão das drogas, pois não são poucos os estudos que nos mostram que a raiz do problema das drogas está na desestruturação familiar, em que se percebe a clara falta de uma educação emocional. Esta falsa moral não deixa de estar presente também nos exemplos de pais e mestres que mostram atitudes de dependência de álcool, cigarro e outras coisas que fazem mal à saúde, como o açúcar, a coca-cola, o refrigerante e alimentos industrializados cheios de aditivos nocivos à saúde e são consumidos de uma forma compulsiva, cultivando hábitos nocivos e uma indisciplina claramente perceptível, enquanto querem exigir dos filhos um comportamento que não é coerente com seu exemplo de vida, novamente o mesmo padrão de comportamento associado às drogas, como costuma dizer um amigo médico.

No entanto, sabemos dos bons exemplos de outros tantos pais e mestres conscientes, pois como sinaliza um antigo pensamento chinês: “Um exemplo vale mais do que mil palavras”. Quando se fala uma coisa e se faz outra, o que se imprime na mente do educando é o exemplo do educador. E isto é uma evidência da falta de educação emocional. Então, quando me refiro a estes pontos, nas palestras de motivação para professores, lembro que nossa educação tradicional e nas ações para combater os males que se apresentam, a atenção foi muito direcionada à parte lógica, racional, a condições técnicas de cada área, diga-se de passagem, muito segmentadas e dissociadas entre si. Ou seja, estamos criando técnicos geradores de capital e não seres humanos conscientes. Muitas vezes as ações para combater estes males se direcionam às consequências e não às causas.

E quando olhamos questões como as drogas e a violência não estaríamos nós olhando apenas para as consequências?

Acontece que na maioria das vezes, pouco nos ocupamos de uma educação das emoções e no desenvolvimento de atitudes e valores desde a mais tenra idade, pois são as crianças e jovens de hoje que farão a sociedade de amanhã. E mais uma vez lembro que, nada os educa mais do que o exemplo. É conhecido o ditado de que “A palavra mostra, mas o exemplo arrasta”.

Albert Einstein, quando viu seus conhecimentos serem aplicados para a construção da bomba atômica que dizimou Hiroshima e Nagazaki, contrariando o mais básico princípio de ética e solidariedade humana, disse: “- Há duas coisas que tenho convicção. Da infinitude do Universo e da estupidez humana, mas da primeira não tenho certeza absoluta...” Fica a pergunta: - O que cada um de nós está fazendo para minimizar esta estupidez e aumentar o bom senso e a sabedoria que nos faz parte de uma humanidade mais saudável e virtuosa? Não estaremos esperando que alguém faça a mudança que cada um de nós precisa fazer?

Estaria ele se referindo às atitudes e aplicação da inteligência, mas sem nenhum respeito ao ser humano, e sem nenhuma sabedoria? Não é preciso ser muito inteligente para perceber que é isto o que faz uma grande diferença. Estas atitudes e esta sabedoria se manifestam mais facilmente, quando a educação emocional está presente, e isto inclui o desenvolvimento da consciência, o autoconhecimento, o autocontrole, a boa administração das emoções, da empatia e de uma liderança e cooperação humanitária. Mas, sabemos que isto só é efetivo quando há exemplos consistentes. Se a educação das emoções proposta pelo modelo da inteligência emocional é a chave para uma ação mais responsável e ética em todos os níveis, o que por si só atuaria como um antídoto para a corrupção, originando uma sociedade mais humana e justa, porque não investimos mais nisto?

Quando percebemos que estamos vivendo num mundo com tantos problemas, onde a maioria se sente impotente para fazer alguma coisa, os professores precisam ser colocados a par da importância da resiliência, um termo que vem da física, mas é hoje aplicado ao comportamento humano para representar a resistência e flexibilidade que precisamos ter em situações de dificuldade e de crise. Ou seja, precisamos nos fortalecer e ter em mente o que queremos e para onde queremos ir. Esta capacidade se desenvolve na prática, quando lidamos com os problemas e na maioria das vezes, aí aparecem nossas atitudes, por estarmos sendo observados por aqueles que nos tomam como exemplos. É nestas situações, que os mestres precisam ser um exemplo. Nas menores atitudes do seu dia a dia, é preciso que inspirem seus alunos a viver uma vida saudável, com valores elevados, com moral e com ética. Então, quando falamos em motivação para professores, precisamos lembrar que suas ações inspirarão os alunos que não vem à escola apenas para aprender conteúdos, mas estão em busca de orientação para escolher seus caminhos e viver sua vida. Gandhi enfatizou este ponto dizendo: ”Sejamos a transformação que desejamos para o mundo”. Então devemos começar por nós mesmos, sendo coerentes com aquilo que queremos ensinar. Isto cabe aos pais, que são a maior influência na formação do caráter dos filhos, e depois aos professores, que irão reforçar as influências positivas ou negativas que as crianças receberam de seu berço familiar.

É como nos lembra a metáfora do passarinho que com seu pequeno bico trazia água tentando apagar um incêndio na floresta, quando um macaco lhe disse:
- Mas que bobagem, você nunca vai apagar o fogo.

Ao que o passarinho respondeu:
- Eu sei, mas estou fazendo a minha parte...

Nas palestras de motivação para professores e pais, em que muitas vezes sou convidado a falar sobre a moral e a ética na educação, costumo repetir o que ouvi de um mestre e amigo: “O que é ética, em termos bem simples e que possam ser compreendidos pelos pais professores e também pelos educandos? Ética é fazer ao outro só aquilo que se quer que se faça a si mesmo. E moral é não precisar fazer nada escondido. Se precisa fazer escondido, então é imoral. “Costumo instigá-los à reflexão perguntando: - Se hoje são conhecidos procedimentos que podem atuar no cultivo e desenvolvimento de valores e melhores atitudes, desde a mais tenra idade, ao invés de priorizar apenas a inteligência e a lógica, porque não se trabalha mais efetivamente nesta direção? Sabemos que para que sejamos respeitados precisamos ter moral para dar exemplos que inspirem o respeito. Não estaria aí a razão pela qual tantos se acomodam, já que teriam que começar reexaminando o que pensam, sentem e fazem, ou seja, suas atitudes, no seu cotidiano?

Não existe espaço para o comodismo e alienação, já que isto exige o esforço de cada um para tornar-se cada dia um ser humano melhor e influenciar o ambiente em que vive.

• Como disse uma vez uma desembargadora numa palestra sobre as drogas: “...e não pode haver nada pior do que um bom conselho...”, e fazendo uma longa pausa, completou: “...seguido de um mau exemplo.”

*Dr. Deroní Sabbi
Psicólogo e Coach
Palestrante Motivacional
Diretor do Instituto Sabbi
Especialista em Inteligência Emocional

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Palestra Motivacional para ProfessoresA Palestra Motivacional para Professores fortalece a autoestima ao aflorar os motivos que impulsionam o Professor a ministrar aulas com entusiasmo. 

A Palestra é comunicada com a experiência e conhecimento do Palestrante Motivacional Dr. Deroní Sabbi que ao longo de 30 anos de experiência ministrou palestras para professores de escolas públicas e privadas de ensino médio e superior e seminários e convenções de Educação.







 


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