Palestras Motivacionais para Empresas

Palestra Motivacional para Professores

Segunda-Feira, 28 de julho de 2014. Boa noite!
Artigos sobre Motivação para Professores
Contatos
51 3029-1430




Depoimentos

“Um trabalho de superação. Relevante, profundo e transformador.”


Nelsi Muller
Secretária de Educação do RS na gestão 2006





Indique nossos conteúdos
sobre motivação para professores
e motivação para o trabalho
 para seus amigos!

*Seu Nome: 
*Seu E-mail: 
*Nome amigo(a): 
*E-mail amigo(a): 





Marketing by

Negocios de Valor - Especialista em Prospecção de Clientes

Motivação para Professores
Como o Professor pode Superar o Estresse Emocional
Dr. Deroní Sabbi* - 10/03/2011

Motivação para professores é um tema que sempre me atraiu, pois sabemos que somente um professor motivado poderá exercer suas funções de maneira realmente produtiva e somente assim poderá motivar seus alunos no processo de ensino e aprendizagem.  Mas, quando se fala neste tema tão importante, devemos lembrar  que o professor acima de tudo é um ser humano com suas características, necessidades, preferências e que tem outros papéis e responsabilidades em sua vida pessoal e familiar, como qualquer profissional. Mas que pela natureza de sua profissão, esta exige um total envolvimento não apenas técnico, mas afetivo, já que está em jogo uma formação e um desenvolvimento integral dos alunos, como me refiro em meu livro “Sinto, logo Existo”, de 1.999, que trata de temas indissociáveis à função de ensinar, como a autoestima e a inteligência emocional.

O Estresse Emocional do Professor

Um dos fatores que afetam em muito a questão da motivação para professores é o estresse emocional a que são submetidos, pois para destacar apenas uma  de muitas pesquisas a esse respeito realizada na Inglaterra, numa amostra de professores primários e secundários, cerca de 70% deles estão com estresse profissional moderado, enquanto em torno de 23% apresentam estresse grave. É fácil compreender porque isto acontece, pois tendo em vista que os docentes enfrentam constantes pressões das crianças, dos colegas, dos pais, de administradores,  de políticos e da sociedade, e uma vez que muitas delas são conflitantes e quase impossíveis de administrar completamente. A profissão de professor é em si mesma uma profissão estressante por natureza, assim como outras profissões que exigem um cuidado constante de outras pessoas.

Sabemos que o estresse emocional em si não é nem bom nem mau e que um grau moderado do mesmo tem até funções estimulantes e saudáveis. Mas quando passa de determinado limite as coisas complicam. E quando se aborda a questão da Motivação para Professores, este tema não pode ficar de fora.

Quando a pessoa começa a ter episódios como irritabilidade, agitação, ansiedade, insônia, ataques de pânico, consumo crescente de bebidas alcoólicas, depressão, deve ficar alerta, pois estes são sinais de estresse emocional progressivo. É essencial tomar cuidados para que o problema não se agrave.  É uma reação de alarme seguida por choque e resistência diminuída, e mobilização de mecanismos de defesa e por um ressurgimento de resistência. Este é o primeiro estágio da chamada Síndrome Geral de Adaptabilidade (GAS). A GAS, citada em 1936, pelo endocrinologista canadense Hans Selye (1907-1982), que foi o primeiro a estudar seriamente o estresse emocional. O segundo estágio é a  resistência que depende dos graus de adaptação de cada indivíduo. O terceiro é a  exaustão, seguido pelo colapso da resposta adaptativa e por pane física ou psicológica, que pode nunca ocorrer se a pessoa tiver alta resistência natural ou for hábil em adaptação, ou o estresse emocional não for muito intenso.

O professor é confrontado com diversos  agentes estressantes, e muitas vezes, conta  com pouca ou nenhuma oportunidade de apoio externo. Mesmo assim tem de seguir o seu caminho. Recebem continuamente críticas de coordenadores, pais, diretores, meios de comunicação e políticos.  E muitas vezes elas são conflitantes ou até infundadas. Boa parte do trabalho dos professores é levada para casa, o que torna difícil se desligar no fim do dia, ou seja, não têm limites claros de horário de trabalho. Vivem  o desafio constante de manter o controle da classe.

Naturalmente os professores são afetados emocionalmente pelos sucessos e fracassos de seus alunos. Geralmente, não dispõem de oportunidades nem de recursos suficientes para reciclagem regular e ampla de seus conhecimentos e para uma preparação comportamental para as demandas e pressões de sua atividade. Todos esperam que se mantenham atualizados, e se  desenvolvam na disciplina que ensinam e se ajustem aos novos formatos do ensino. Muitas vezes têm pouca voz ativa na tomada de decisões e na administração da escola. Trabalhando o dia todo com alunos, o professor tem um campo limitado para buscar conselhos ou discutir dificuldades com os colegas, ficando o professor fechado com seus problemas do início ao fim de cada aula, num estilo de vida solitário, na maior parte do tempo. O apoio e incentivo de pessoas envolvidas na mesma tarefa e com um entendimento das dificuldades mútuas pode fazer muito para ajudar os indivíduos a superarem o estresse emocional.

O auxílio de profissionais preparados para aconselhar e apoiar sobre questões específicas, como orientadores educacionais, coordenadores pedagógicos e psicólogos educacionais cumpre uma tarefa importante aí. Isto auxilia o indivíduo a se sentir menos abandonado, menos exposto. Ocorre, no entanto, que  o professor tem os recursos escassos e geralmente a maioria tem de se defender sozinha a maior parte do tempo. Além disto, os professores têm suas expectativas em relação ao seu desenvolvimento profissional e sofrem as frustrações decorrentes de não conseguir alcançá-los. Ele pode piorar a situação, dependendo como afronta ou interpreta os eventos estressantes, com excesso de autoexigência, perfeccionismo, suscetibilidade excessiva à crítica, inflexibilidade, falta de abertura para o novo, falta de isolamento, excessivo centramento nos conteúdos ao ignorar aspectos psicológicos da relação pedagógica.

Muitas pessoas tomam atitudes prejudiciais ao falar ou pensar repetitivamente sobre como as coisas são difíceis ou adotar comportamentos negativos como agitação física, comportamentos agressivos com os outros, bebidas e drogas. Então, ao se pensar na motivação para professores é necessário levar em conta tudo isto.

Há um tipo especial de estresse emocional, a “Síndrome de Burnout”, que chega a ter uma incidência superior a 50% em professores e em outras profissões de ajuda, como psicologia, enfermagem e outras, assunto que abordaremos na sequência.

Uma forma do professor se auto-avaliar e perceber até que ponto está predisposto ao desgaste e ao estresse emocional e a partir daí começar um trabalho preventivo ou de tratamento psicoterápico para otimizar a qualidade de vida é verificar se o profissional, como professor, faz parte do Grupo de pessoas de personalidade Tipo A ou Tipo B, uma classificação pelos pesquisadores norte-americanos Friedman e Rosenman (1960) e assim se apresentam:

Professores de Personalidade Tipo A: são caracterizadas por rigidez, competitividade extrema, impaciência,  preocupação excessiva com horários, insegurança, hostilidade, irritabilidade, repressão de sentimentos, perfeccionismo e incapacidade de relaxar. Mostram extremo sentido de urgência, pressa e impaciência, dificuldade para delegar autoridade e dizer não, dificuldade de estabelecer prioridade. Lutam para conseguir mais em menos tempo, só se sentem produtivos quando em ritmo frenético, mostram-se propensos à hostilidade, irritabilidade e depressão sem medidas quantificáveis de sucesso. Seu objetivo é chegar ao topo do sucesso e lá permanecer.

Professores de Personalidade Tipo B, lidam muito melhor com o estresse emocional e com as situações difíceis. Não lutam contra o relógio, seguem seu próprio ritmo, não competem compulsivamente, estabelecem objetivos definidos para sua realização profissional, são tolerantes consigo mesmos e com os outros, relaxam e desfrutam sem qualquer sentimento de culpa, demonstram facilidade em delegar, para dizer não e para estabelecer prioridades.

Evidentemente empreender na motivação para professores será mais fácil se as atitudes características das pessoas de personalidade do Tipo B forem desenvolvidas com os professores.

Professor com Síndrome de Burnout e suas consequências

A Síndrome de Burnout é um estresse emocional crônico produzido pelo contato com a demanda escolar, que leva a uma extenuação e a um distanciamento emocional com os beneficiários do seu trabalho e uma perda gradual  da preocupação e de todo o sentimento emocional em relação  às pessoas com as quais trabalha e que direciona a um isolamento ou desumanização.  Ocorre um enfraquecimento psicológico ocasionado por circunstâncias relativas a atividades profissionais que ocasionam sintomas físicos, comportamentais, afetivos, cognitivos, ligadas à necessidade de atenção intensa a pessoas que vivem em uma situação de necessidade ou dependência. Esta síndrome tem como consequência o esgotamento psicológico, a despersonalização dos profissionais afetados, as disfunções no desempenho profissional e abandono da realização pessoal. Ocorrem complicações de saúde decorrentes do estresse emocional continuado e deteriorização da qualidade de vida. 

A Síndrome de Burnout ocorre em etapas que se sucedem, começando com uma fase de idealismo e entusiasmo, com expectativas excessivas a respeito dos possíveis resultados do trabalho.  À medida que são encontrados alguns obstáculos, vem a segunda fase de progressivo estancamento a respeito de expectativas iniciais.  A terceira fase é de frustração e decepção. A quarta é de apatia, despersonalização e atitudes negativas frente ao trabalho.

Como o Professor pode lidar melhor com o
estresse emocional?

Em minhas palestras a respeito de como superar o estresse emocional e motivação para professores costumo dar algumas recomendações que se aplicam também a pessoas de outras ocupações. São válidas para quaisquer que sejam os fatores de personalidade que estejam tornando o professor vulnerável ao estresse emocional. Para todos nós, um grau maior de conhecimento de si próprio e dos outros e uma abordagem de vida mais realista são componentes vitais na redução do estresse emocional. É importante saber que sempre  há estratégias para lidar com o estresse emocional. É essencial conversar sobre o problema com a diretoria e informar os amigos sobre o momento difícil que se está atravessando. O estresse emocional é uma condição séria, que envolve aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais, que deve ser tratado com apoio e solidariedade pelos amigos e superiores hierárquicos.

Recomendações para o Professor superar
o estresse emocional

  • Tenha em mente que a afeição pelos alunos, o senso de dedicação,  o amor pela disciplina lecionada, motivação e prazer com as realizações dos alunos desempenham importante papel na manutenção da saúde mental e na qualidade de vida;
  • Evite o perfeccionismo;
  • Planeje seu dia. Faça intervalos;
  • Encare suas atividades profissionais como um desafio encorajador;
  • Peça ajuda quando perceber que está sobrecarregado;
  • Seja paciente com as pessoas que não têm o mesmo ritmo que o seu; 
  • Simplifique a sua programação de atividades;
  • Controle a pressa e a correria contra o relógio;
  • Evite irritar-se com “coisas” consideradas pequenas;

    Recomendações para os Professores gerenciarem
    o estresse emocional no dia a dia
  • Aja com dedicação, persistência e paciência, orientando nossos propósitos para o lado otimista e agradável da vida. Faça o que gosta;
  • Estabeleça um limite prático para o seu sacrifício pessoal e a aquisição de bens e dinheiro;
  • Desfrute de lazer e descontração;
  • Busque melhorar progressivamente seu estilo e qualidade de vida;
  • Procure perceber se você se encaixa como um professor com personalidade tipo A e se tem estes padrões de comportamento que o fazem mais suscetível ao estresse emocional.  Neste caso perceba que reduzir a dedicação ou a carga de trabalho não adianta;
  • Procure aprender a lidar melhor com a ansiedade;
  • Procure ter expectativas razoáveis e avaliar de forma realista o que é possível;
  • Prepare-se para assimilar bem as frustrações, encontrando um aprendizado ou algo de positivo com o que contraria suas expectativas;
  • Não espere seu estresse emocional atingir níveis críticos para pedir ajuda profissional;
  • Cursos de autoconhecimento permitem que o Professor saiba melhor usar seus recursos pessoais, além de desenvolver habilidades e capacidades inerentes ao trato com outro ser humano, o que permite ao Professor desenvolver atitudes estratégicas para cada situação e com isto aumentar as possibilidades de gerar resultados superiores!

Nos momentos de frustração procure aprender a rir de si mesmo. O senso de humor reduz a tensão, facilita a auto-aceitação, a habilidade de lidar com as expectativas e lidar de forma realista com as situações da vida. Pessoas que conseguem rir de si mesmas mostram que se conhecem e se valorizam. Não são acomodadas, mas procuram influenciar as coisas em direções desejáveis quando possível. No entanto, primeiro tratam de conhecer as coisas como elas são e, num segundo momento, atuam de maneira sensata a partir das oportunidades e limitações oferecidas.

Para ir superando mais e mais o estresse emocional no dia a dia, procure examinar as próprias reações. Lembre de que dez por cento de nossa vida é o que nos acontece e noventa por cento é o que fazemos com isto. Um exercício útil é analisar atentamente por que certas coisas nos deixam tensos, aborrecidos, ou irritados.  Quando a pessoa diz "Cláudio, você me faz perder a paciência", ou "Meus alunos me irritam", ou ainda “Meus filhos me aborrecem”, perceba que está colocando o poder no outro de afetar o seu comportamento. Se ao invés disso disser: “Eu estou perdendo a paciência com você”, ou, “eu estou me irritando com meus alunos”; poderá perceber com mais facilidade que tem alternativas de atitudes e comportamentos para lidar com as situações.  Fica mais fácil perceber o que em si mesmo causa perda da paciência e irritação. E como interpreto isto, se levo a situação para o lado pessoal. Qualquer que seja a razão, se eu conseguir identificá-la em mim terei dado um grande passo para me conhecer mais e para assumir o controle de minhas reações.

A maneira como vemos nossa profissão e a nós mesmos pode aumentar ou minimizar nossa condição de estresse emocional. Pode proporcionar mais Motivação para Professores, ou não. Devemos então verificar se não construímos um quadro falso do bom professor, imaginado que este sempre tem uma classe dócil e obediente, que sempre produz alunos brilhantes, que nunca perde a aparência de dignidade, e outras idéias do gênero. É importante verificar se não construímos uma ideia  de nós mesmo como alguém que brilha mais do que todos os outros, que sabe todas as respostas, que atrai admiração aonde quer que vá, que vence todas as discussões. Se for esse o caso, então aí se encontra a raiz de boa parte de nosso problema. Podemos ter criado um conjunto de modelos artificiais e os defendemos a qualquer custo, ficando frustrado, furioso ou aborrecido quando as outras pessoas não cooperam conosco. Devemos ter em mente que o mapa não é o território, ou seja, que nossas crenças nem sempre correspondem a realidade.

Para o Professor é também importante evitar julgamentos evitando atribuir culpas aos outros de maneira impulsiva e impensada. Por exemplo, posso estar tendo dificuldade com uma turma de alunos, não por terem algo particular contra mim, mas por estarem sentindo um tédio geral pela escola e pelas aulas que lhes parecem irrelevante. João talvez seja  lento para aprender não para me frustrar, mas porque não lhe foi apresentada uma maneira que pudesse compreender com rapidez. E meus colegas não estão tendo um desempenho melhor que o meu pra me prejudicar, mas porque provavelmente são mais experientes do que eu ou aprenderam a usar melhor suas habilidades.

Outra coisa importante considerando-se a motivação para professores é focar-se na natureza da situação que se apresenta como um problema. Ou seja, examinar todas as alternativas para solucioná-la e, então, implementar a mais apropriada. As pessoas que se mantêm focadas na solução dos problemas ao enfrentar situações estressantes apresentam níveis mais baixos de depressão durante e após outras situações. Pessoas que se preocupam mais com seus sentimentos do que com uma análise do problema geralmente são menos eficientes para lidar com a situação. Pessoas que se envolvem muito emocionalmente com os problemas têm como alternativa participar de atividades agradáveis como esportes, que afastem a mente do problema e aumentem a sensação de controle emocional.

Ao tratarmos do tema motivação para professores, devemos levar em conta que alguns estudos indicam que o professor bem-sucedido tende a ser afetuoso, compreensivo, amistoso, responsável, sistemático, imaginativo e entusiástico. O professor deve, sem dúvida, ter apreciação e afeto por seus alunos, sem esquecer o distanciamento profissional e o sentido de responsabilidade. E vê seu papel como algo além do simples ensino de conteúdos escolares para os alunos e além dos limites estreitos do horário das aulas, e têm uma atitude positiva perante as disciplinas em que se especializaram e a posição do professor na sociedade. A maturidade emocional possibilita que não se deixe envolver em pequenas brigas e discussões com alunos individualmente ou em grupos. A segurança emocional desse tipo está ligada a níveis altos de autoestima e inteligência emocional, o que inclui autoconfiança, autocontrole, motivação e empatia que lhe possibilita abordar os problemas com calma e objetividade. Estes elementos permitem aos professores superar fracassos e decepções que, junto com realizações e sucessos, são parte inevitável da vida escolar. Isso se aplica, no caso do professor, não só aos problemas cotidianos de sala de aula, mas a muitos outros desafios da vida profissional, como relações com os pais dos alunos e com os colegas, decisões sobre questões de carreira e promoções, crises como acidentes no pátio e trato com diretores, coordenadores pedagógicos e outros profissionais de educação.

Alguns estudos constataram que professores mal sucedidos tendem a ser egocêntricos e dominadores, desconfiados e agressivos, qualidades que se correlacionam com uma incapacidade de acompanhar o  interesse da maioria. Por outro lado, aqueles que apresentam maior satisfação com a carreira e parecem estar tendo mais progresso profissional mostram-se capazes de dar prioridade à escola e de “abafar” pequenas diferenças com colegas no interesse de estabelecer dentro da escola as políticas coerentes e consistentes que transmitam segurança e confiança aos alunos.

Para finalizar, uma recomendação altamente efetiva para aumentar a motivação para professores é a prática da Meditação e vivências para estimular a Inteligência Emocional. Cada vez mais as pesquisas no mundo inteiro demonstram seus benefícios para a saúde aprendizagem e produtividade. É tão ou mais necessária do que a prática do exercício físico, para quem quer viver mais e melhor. Alguns minutos de meditação todos os dias podem trazer um benefício maior do que qualquer outra estratégia, pois tende a fortalecer tudo o que a pessoa tem de positivo.
 
Técnicas simples de relaxamento e meditação, com consciência das tensões corporais e de como aliviá-las, também são importantes, pois acalmam a mente o corpo.  Evite sempre a automedicação, pois podem trazer diversos efeitos colaterais e adversos. Se necessário busque uma psicoterapia, pois um psicoterapeuta poderá auxiliá-lo de múltiplas maneiras, na medida em que necessite de cuidados que muitas vezes fica difícil fazê-lo sozinho.

Relaxamento, meditação, auto-hipnose, exercícios de programação neurolinguística e vivências que desenvolvam a inteligência emocional, incluindo seus componentes essenciais, ou seja, o autoconhecimento, autocontrole, auto-regulação emocional, motivação, empatia e habilidades de relacionamento produzem uma harmonia que nos permite contemplar sem alarme situações estressantes e que se reflete em comportamentos resistentes quando deparamos as situações propriamente ditas.  As pesquisas demonstram o alto grau de efetividade destas técnicas pra lidar melhor com as emoções e quando aplicadas em sala de aula mostram um aumento do nível de aprendizagem e retenção de informações acima de vinte por cento. Temos ministrado, desde 1992, treinamentos para desenvolver uma série de habilidades que podem ampliar a segurança e a competência do professor para administrar o estresse emocional e em contribuir na motivação para professores e temos recebido feedbacks muito positivos a respeito dos resultados.

Um professor relaxado, solto e descontraído ensina melhor e se mantém mais saudável, lida melhor com as emoções. O aluno, por sua vez aprende mais e cresce de maneira mais ampla e integral. Desta forma,  o professor, além de se realizar com o que faz e tornar sua vida mais significativa e feliz, estará contribuindo para o enriquecimento e a qualidade de vida das futuras gerações.
       

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

  • BARON, R. A. 2001. Psychology. 5th Edition. Allyn and Bacon, Needham Heights.
  • FONTANA, D. Estresse: faça dele um aliado e exercite a autodefesa. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 1994.
  • FONTANA, D., Teaching and Personality, Oxford, Basil Blackwell, 1986.
  • RYANS, D. G., Characteristics of Teachers, Washington, DC, American Council on Education.Cortis.
  • G. A., "Eighteen Years on: how far can you go?", in Educational Review, 37(1985).6.
  • FONTANA, Psicologia para professores, Edições Loyola, São Paulo, 1998, pp. 301ss.
  • BENNETT, N., Teaching Styles and Pupil Progress, Londres, Open Books, 1976.
  • BENNETT et alii, The Quality of Pupil Learning Experiences, Londres-New Jersey, Lawrence Erlbaum, 1984.
  • SELYE, H., Stress: a tensão da vida, São Paulo, Ibrasa, 1965.
  • ABOUSERIE, R., "Stress Levels, Gender and Personality Factors in Teachers" in British Journal of Educational Psychology, 63 (1993):261-270.Borg.
  • M. G. e RIDING, R. J., "Teacher Stress and Cognitive Style" in British Journal of Educational Psychology, 63(1993):271-286.

 

*Dr. Deroní Sabbi
Psicólogo e Coach
Palestrante Motivacional
Diretor do Instituto Sabbi
Especialista em Inteligência Emocional



Descubra como os produtos e serviços do Instituto Sabbi de Desenvolvimento Humano podem contribuir com você, com os funcionários e colaboradores de sua empresa ou com os professores de sua instituição de ensino!

 
Palestra Motivacional
Palestra Motivacional para Professores

Palestra Motivacional para ProfessoresA Palestra Motivacional para Professores fortalece a autoestima ao aflorar os motivos que impulsionam o Professor a ministrar aulas com entusiasmo. 

A Palestra é comunicada com a experiência e conhecimento do Palestrante Motivacional Dr. Deroní Sabbi que ao longo de 30 anos de experiência ministrou palestras para professores de escolas públicas e privadas de ensino médio e superior e seminários e convenções de Educação.







 


Instituto Sabbi de Desenvolvimento Humano
Palestra Motivacional para Professores & Palestras Motivacionais para Empresas

51 3029-1430

Instituto Sabbi - Porto Alegre - RS - Brasil