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Motivação para Professores
Motivação dos Alunos para Aprendizagem
Dr. Deroní Sabbi* - 10/04/2011

Motivação Para Professores - Motivação dos Professores - Motivação dos Alunos para Aprendizagem

Os professores sabem detectar, controlar e promover a motivação dos alunos para aprendizagem? Vamos procurar compreendê-la em alguns dos seus aspectos. Motivação é uma questão complexa. Se buscarmos a etimologia da palavra chegamos a conclusão de que é um processo interno no qual há um motivo para a ação. O que é? De onde ela vem? Há muitas formas de definir o que é motivação, podemos dizer que é uma força interna que estimula o comportamento das pessoas e as leva a agir de determinada maneira. É uma energia que nos impele a exercer um alto nível de esforço, superar limites e buscar um objetivo diligentemente, fazendo o que é necessário para atingí-lo de uma maneira persistente. A motivação varia de pessoa pra pessoa e também varia numa mesma pessoa ao longo do tempo, dependendo das situações e circunstâncias. Geralmente o interesse e alegria fazem parte deste processo e o próprio objetivo nos inspira e nos transforma.

Quando penso em alguém motivado logo me pergunto se esta motivação vem de fora ou vem de dentro, se vem da mente ou do coração. Podemos chamar a motivação que vem de fora de extrínseca e desperta no indivíduo uma energia, um ânimo direcionado a seus objetivos. Geralmente se manifesta por certo tempo e fica a carência por novos estímulos. E quando se fala em aprendizagem, existe aquela aprendizagem estimulada a partir de fora, por exemplo, movida pela necessidade de tirar boas notas, de passar numa matéria, de conseguir a aprovação dos professores, dos colegas e dos pais... Às vezes vem de ameaças e do medo de ser reprovado.

Mas existe a automotivação, a motivação intrínseca, a que vem de dentro, do coração, que se renova, que anima e move a alma, como já diziam os gregos.

Como os professores podem despertar a motivação interna do aluno para aprender? Primeiro temos que conhecer o aluno, suas características, preferências, seu sonhos, o ambiente em que vive, o que lhe traz tristeza e alegria. Como despertar e reforçar nele o prazer, o gosto pela grande aventura do conhecimento? A curiosidade já é natural na criança, mas numa época em que o mundo está cheio de estímulos interessantes que chegam através de uma internet interativa e instigante, jogos, múltiplos canais de TV, interação com amigos, via programas tipo msn e outros, que roubam a cena da atenção da criança e do adolescente, é necessário que os estímulos na sala de aula sejam instigantes e provocantes.

Somente um professor imbuído de um real interesse no que ensina e que manifeste no seu comportamento verbal e não verbal toda uma energia de envolvimento com o seu fazer e com o que ensina é que inspirará o aluno a desenvolver estes elementos, o interesse, a alegria e prazer no aprender. É essencial que haja uma razão clara e convincente para justificar o que é colocado no currículo e que o professor traz à aula e que isto seja comunicado numa linguagem, clara, simples e envolvente. Sabemos que o aluno já busca modelos nos pais e na medida em que percebe que os pais têm o hábito de ler e estudar naturalmente irá modelar estes comportamentos. E na sala de aula quando o aprendizado é associado a alegria, a descontração e ao valor dos conhecimentos associados as situações cotidianas, que adquire um poder de se renovar a cada dia, a tarefa torna-se mais fácil e natural. Lamentavelmente ainda existem muitos professores que acham que a alegria, o brincar, a ludicidade, a conversa e a participação sejam opostas ao processo de aprendizagem e procuram criar um ambiente formal e extremamente regrado, sufocante e limitador da aprendizagem. Os estudos mais recentes mostram que o uso da música, dos jogos e do lúdico, das técnicas de introspecção, relaxamento e meditação ampliam muito a atenção, o interesse e a retenção de informações. Tanto que no treinamento de alta performance de adultos se utilizam estes recursos. E também no aprendizado de línguas e na própria aprendizagem acelerativa e pasmem: Hipócrates o pai da medicina já usava a hipnose para isto na antiga Grécia. Mais de dois mil anos depois muitos ainda não perceberam isto...

Quando os conhecimentos são passados por um professor que acredita no que faz e sabe que não está ali apenas passando alguns conhecimentos, mas que é um modelo de vida para o aluno, que vem confirmar os modelos parentais ou introduzir novos elementos que corrigem e ressignificam as experiências vividas com os pais e outros parentes, pode ser estabelecida uma base para uma vida mais produtiva e feliz. Um professor consciente e atento que cultiva um vínculo com cada aluno, que se interessa por entender o próprio processo motivacional que é diferente em cada um, pois se estruturou a partir dos exemplos que recebeu e da maneira que viveu com sua família nos seus primeiros anos de vida será uma luz que poderá brilhar como inspiração ao longo da existência deste aluno, direcionando positivamente os valores das novas gerações. Para isto, precisa estar consciente que o aluno não é um cérebro sustentado por um corpo, mas um ser que além de racional, é um ser afetivo, emocional, relacional e espiritual, que tem uma experiência única de vida, que tem sonhos e necessidades múltiplas que precisam ser entendidas e satisfeitas se quiser motivação para aprendizagem.

Para um professor poder fazer isto com excelência precisa se conhecer, conhecer os seus próprios sonhos e motivações, ter consciência de suas limitações e bloqueios, de suas habilidades, de como ele mesmo aprende e estar envolvido ele próprio num processo de autodesenvolvimento, pois sabemos que um número expressivo de professores passa pela síndrome de burnout, que se caracteriza por apatia, desinteresse, desmotivação e certa despersonalização e dissociação da sua tarefa. Claro que nestas condições não pode inspirar ninguém quando sabemos que a maior parte da influência é assimilada pelos alunos através dos gestos, posturas, olhares, qualidades da voz e qualidade do vinculo e afeto que manifesta. Especialmente as crianças e jovens são muito sensíveis e lêem os sinais não verbais transmitidos pelos professores.

Sem dúvida a motivação dos professores é influenciada pela maneira que a hierarquia da escola funciona e como a direção da escola conduz as atividades escolares, que por sua vez é influenciada pela secretaria de educação que também é influenciada pelas normas e ações das instâncias superiores.

Na medida em que o professor se sente bem como parte de um corpo docente que compartilha informações, decide junto, aprende junto, isto pode ser um fator importante de integração e motivação.

Vemos então que a motivação dos professores não é um fator isolado, mas depende de um relacionamento interativo e da qualidade do vínculo entre o aluno e seus colegas, professor e seus colegas, a família e o aluno, a família e os professores e a direção, o grupo de colegas professores entre si. Exige que se desenvolva cada vez mais saber ouvir em muitos níveis e interagir, dar de si, sensibilidade, enfrentar desafios, uma dedicação e amor a missão...

Pressupostos

Acreditamos que alguns pressupostos podem ser úteis para ampliar a motivação dos professores e dos alunos:

Existem conhecimentos, princípios e valores que são compartilhados por pessoas que obtém excelentes resultados nos estudos que uma vez aprendidos e modelados tendem a trazer uma otimização dos resultados do processo ensino-aprendizagem. Eles compreendem que a motivação pode estar mais presente na medida que se compreenda que o ato de estudar é uma ciência e uma arte que podem ser aprendidos de maneira a ampliar sua efetividade e seus resultados e trazer um sentido maior à existência do estudante. O processo de aprendizagem só se dá efetivamente se for alimentado pelo prazer do aprender e pelo sabor do saber. E que as habilidades de concentração, memória, retenção e elaboração podem ser desenvolvidas num processo de modelagem e reestruturação de paradigmas e hábitos que proporciona uma melhora efetiva nos resultados.

Uma melhoria na capacidade de aprendizado terão uma influência em toda a vida do aluno, possibilitando sua manifestação como valorização e amor pela vida em geral, como descoberta do sabor do saber e do prazer do viver, como curiosidade permanente e exaltação criativa, como afetividade e solidariedade e como integração com o mundo em que vive. Há uma relação do aprender com todos os aspectos da vida e as atitudes e crenças em relação a ela, que são desenvolvidas desde a mais tenra infância e o aprender efetivo pode possibilitar transformações positivas no sentido de um ser humano mais completo, perceptivo e aberto à novas possibilidades e desafios de uma realidade sempre em mutação.

Sabemos que existe toda uma série de tecnologias que ampliam e dão mais qualidade ao aprendizado, através de técnicas avançadas que produzem resultados comprovados e proporcionam equilíbrio emocional, melhorando o rendimento do aluno. Estas tecnologias incluem Programação Neurolinguística, a Neurociência, a Neuróbica, Musicoterapia, o Mapa Mental (mind map), o Aprendizado Acelerado, técnicas de desenvolvimento da Inteligência Emocional e das inteligências múltiplas.

Acreditamos que o processo de desenvolvimento individual deve levar em conta a realidade bio-psico-social-espiritual da pessoa do aluno, numa abordangem holística e multidisciplinar e a complexidade do mundo em que vivemos e seus desafios. Uma educação integrada deve incluir o cultivo das forças instintivas e afetivas que são organizadoras e conservadoras da vida e ter como objetivo a construção, a expressão e o fortalecimento da Identidade. E que as estruturas cognitivas são fortemente impulsionadas quando se estabelece um vínculo de qualidade entre o professor e o aluno, e que na medida que se propicie ferramentas para que os professores ampliem sua habilidade de estabelecer este vínculo.

Em nossa palestra motivacional para professores, proferida nas últimas duas décadas temos enfatizado algumas diretrizes:

=> ampliar a visão do ensino-aprendizado como algo que se pode compreender, planejar e obter resultados efetivos através de uma potencialização de nossas capacidades e de resultados passíveis de constatação efetiva;

=> sensibilizar os participantes para o quanto o exemplo do professor, suas atitudes e sua coerência comportamental exerce influência fundamental na modelagem das atitudes dos alunos;

=> mostrar que é possível treinar nos alunos o uso de novas tecnologias de aprendizado de eficácia comprovada, desde técnicas básicas para o desenvolvimento da concentração, memória às avançadas técnicas de aprendizado acelerada que levam em conta os ritmos cerebrais, as técnicas e recursos da programação neurolingüística o uso do Mind Map (mapa mental), e das descobertas da neurofisiologia, e neurociência;

=> criação de novas atitudes e hábitos mais positivos e efetivos que levem a melhores resultados e fortaleçam a autoconfiança, o amor ao conhecimento e a motivação para aprender, tanto nos professores quanto nos alunos;

=> sensibilizar para que o processo de desenvolvimento individual deve levar em conta a realidade bio-psico-social-espiritual da pessoa do aluno, numa abordangem holística e multidisciplinar e a complexidade do mundo em que vivemos e seus desafios;

=> enfatizar como os cuidados com o tempo, a organização, a autodisciplina, os cuidados com a alimentação, o sono e o lazer afetam o processo de ensino-aprendizagem;

=> desenvolver habilidades de autoconhecimento e transformação de comportamentos e atitudes através do uso de técnicas efetivas e recursos de diversas abordagens que contribuem para o desenvolvimento do ser humano como um todo;

=> provocar uma busca de aprendizado através da leitura, que leve a uma abertura da consciência aos instrumentos que podem otimizar o seu aprendizado e uma relação mais rica com o meio;

=> refletir sobre uma proposta de aprendizado tendo a Vida como valor supremo, indo além da Educação direcionada puramente à informação e o estabelecimento de condutas;

=> considerar os pressupostos de Educação centrada na Vida como caminho para o desenvolvimento da autonomia e estruturação da identidade do professor e de futuros professores.

=> assumir os potenciais de vida e as forças instintivas e afetivas do ser humano como base e matriz para o desenvolvimento de indivíduos autênticos, livres, autônomos e socialmente integrados, estimulando o amor aos semelhantes e a tudo o que é vivo como a melhor forma de promover a harmonia do ser humano com a natureza e a paz entre os povos;

=> despertar nos alunos e professores sua capacidade analítica em relação ao processo educativo contemporâneo e incentivar a abertura para novos paradigmas educacionais e aprimoramento do ensino-aprendizado;

=> assumir como “objetivo educacional” o desenvolvimento de uma inteligência emocional e afetiva e de uma consciência ética que reafirmem os valores humanos de convivência e promovam a integração da identidade do indivíduo;

=> refletir sobre a “ação educativa” como missão que o aluno e o professor assumem como processo de realização pessoal, integração de sua própria identidade e compromisso com a Vida.

Com estes pressupostos e objetivos, o desenvolvimento das habilidades da inteligência emocional e com as práticas adequadas poderemos tornar o processo de aprendizado mais motivador, eficaz, com um impacto positivo no crescimento integral do aluno e no seu processo de integração e realização pessoal, social e profissional.

*Dr. Deroní Sabbi
Psicólogo e Coach
Palestrante Motivacional
Diretor do Instituto Sabbi
Especialista em Inteligência Emocional

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Palestra Motivacional para ProfessoresA Palestra Motivacional para Professores fortalece a autoestima ao aflorar os motivos que impulsionam o Professor a ministrar aulas com entusiasmo. 

A Palestra é comunicada com a experiência e conhecimento do Palestrante Motivacional Dr. Deroní Sabbi que ao longo de 30 anos de experiência ministrou palestras para professores de escolas públicas e privadas de ensino médio e superior e seminários e convenções de Educação.








 


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